Livemed Gestão em Saúde

28 de junho de 2022

Diabetes e os avanços no controle e monitoramento da doença

No último domingo (26/06) foi comemorado o Dia Nacional do Diabetes, data de conscientização acerca da gravidade e expansão da doença, que atualmente acomete 16,8 milhões de brasileiros. Esse número nos coloca na posição 5 no ranking mundial, estando atrás apenas de China, Índia, Estados Unidos e Paquistão e a projeção para os próximos anos […]

No último domingo (26/06) foi comemorado o Dia Nacional do Diabetes, data de conscientização acerca da gravidade e expansão da doença, que atualmente acomete 16,8 milhões de brasileiros. Esse número nos coloca na posição 5 no ranking mundial, estando atrás apenas de China, Índia, Estados Unidos e Paquistão e a projeção para os próximos anos infelizmente é catastrófica: o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF) indica que em 2030 o Brasil pode ter 21,5 milhões de diabéticos. A diabetes, na maioria dos casos, pode ser evitada através de hábitos saudáveis de vida, mesmo tendo fator genético envolvido. Os tipos mais comuns são as diabetes Tipo 1, Tipo 2 e a gestacional. O Tipo 2 é a mais diagnosticada, atingindo 90% dos diabéticos. O diabetes não tem cura e sua negligência pode levar ao agravamento da doença e casos extremos como amputações, perda da visão, infartos, derrames ou mesmo o uso de hemodiálise. Porém, é possível conviver com a doença de forma controlada ou em estágio de remissão. Isso porque avançamos muito na sua compreensão. Sem a menor dúvida, a insulina foi um aliado essencial no controle da diabetes. Desde 1921, quando foi descoberta e aplicada pela primeira vez, várias foram as formas utilizadas para administrar a substância: por via oral, retal, nasal e pulmonar. Com o passar dos tempos, métodos mais práticos foram adotados, como as injeções, canetas e bombas. Hoje já está disponível no mercado a insulina inalável. administrada pela boca como as bombinhas para asma. O seu efeito é imediato, mas não é indicado para quem tem problemas respiratórios. Sobre o avanço tecnológico do monitoramento da glicose, o glicosímetro surge em 1965 revolucionando o mercado, deixando para trás o antigo método de análise da urina. Um outro recurso é o sensor de glicemia, uma espécie de moeda que fica acoplada ao braço e utiliza a tecnologia NFC (a mesma utilizada em cartões de débito e crédito por aproximação).

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